AUTORES

ADÃO CONTREIRAS

Adão Contreiras nasceu em 1944. Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio e Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Realizou algumas exposições individuais e participou em exposições colectivas de pintura e escultura. Foi professor no Ensino Básico e Secundário. Colaborou com as seguintes publicações: Jornal do AlgarveSete-Estrelo; Revista de Literatura Aullido (Huelva) e Revista de Literatura Sulscrito. Publicou, pela editora 4águas, três obras: Página Móvel com Texto Fixo (2013); Ouro e Vinho (2014) e Mostruário de Títulos para Poemas (2016). Na editora Lua de Marfim, publicou Púrpura Voz (2017). Em 2016, criou a capa da colectânea Fronteiras Humanas: o drama dos refugiados, org. Fernando Esteves Pinto. 

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.


ADÍLIA CÉSAR

Se não se chamasse Adília César, o seu nome seria Baudília ou Monadília. É Mestre em Teatro e Educação, pela Universidade do Algarve, exercendo actividade profissional como educadora de infância e formadora no âmbito da Didáctica das Expressões Artísticas. Em 2016 publicou o seu primeiro livro de poesia O que se ergue do fogo (Lua de Marfim Editora). Colaborou na antologia Fronteiras Humanas – o drama dos refugiados (org. Fernando Esteves Pinto), no magazine de poesia Eufeme e na revista Piolho. É co-fundadora do projecto LÓGOS – Biblioteca do Tempo. Participa regularmente em eventos culturais e artísticos, nomeadamente, apresentações de livros, leituras públicas de poesia, palestras, dinamização de sessões em escolas para professores e alunos do Ensino Secundário e encontros literários.

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ANA DO CARMO

Ana do Carmo nasceu em Almada, mas cresceu e fez escola em Loulé. Após o Curso Superior de Tradutores e Intérpretes (Francês e Inglês, no ISLA, em Lisboa), rumou a Hamburgo onde durante oito anos iniciou a sua, já algo longa, profissão como tradutora e a paixão pela língua e a cultura alemãs. De regresso às «origens», aprofunda conhecimentos sobretudo em torno da literatura em contexto de expressão alemã, concluindo uma Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Alemães), um Mestrado em Estudos Alemães e, mais recentemente, um Doutoramento em Estudos de Cultura no âmbito do programa The Lisbon Consortium da Universidade Católica Portuguesa em Lisboa (com uma tese sobre representações literárias de migrações forçadas). 

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CRISTINA CARVALHO

Cristina Carvalho nasceu em Lisboa a 10 de Novembro de 1949. Durante a sua actividade profissional contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países, sendo a Escandinávia e o denominado Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre o seu imaginário e personalidade enquanto transitório ser humano feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora. Até à data presente tem perto de 20 livros publicados. Em 2016, integrou a colectânea Uma Terra Prometida: Contos sobre Refugiados, org. José Fanha

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DAUD AL ANASY e HELENA FRANCO

De Mosul a Alfeizerão nasceu do encontro de um jovem de 24 anos, iraquiano, de Mossul, que chegou no primeiro contingente de refugiados vindos do Médio Oriente e recolocado em Portugal em Dezembro de 2015, com uma professora portuguesa que se ofereceu para, voluntariamente, lhe dar aulas de português. O contacto com a narrativa da sua “travessia” tornou imperativa a sua transcrição e publicação. É um testemunho que faz questionar o  apoio que damos a todos os que fogem à morte e pensam encontrar na Europa um porto seguro e solidário. "Será que todos podemos ser heróis?" - desafia Helena Franco.

Responde: "Este jovem é a prova de que todos podemos fazer as escolhas certas e lutar por uma vida de liberdade e defesa dos valor mais altos da Humanidade".

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FERNANDO ESTEVES PINTO

Fernando Esteves Pinto colaborou no DN Jovem e no Jornal de Letras. Em 1990 recebeu o Prémio Inasset Revelação de Poesia do Centro Nacional de Cultura. Em 1998, uma bolsa de criação literária pelo Ministério da Cultura/Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. É coordenador da revista de literatura Sulscrito e co-fundador do projecto literário Palavra Ibérica. É editor da 4águas. Obteve o Prémio Literário Cidade de Almada – 2016, pelo romance A Caverna de Deus. Livros publicados: Na Escrita e no Rosto (poesia), Siete Planos Coreográficos (poesia, edição bilingue, Huelva), Conversas Terminais (romance), Sexo Entre Mentiras (romance), Privado (novela), Área Afectada (poesia), Brutal (romance), O Tempo que Falta (poesia), Identidade e Conflito (micro-ensaios), Dispensar o Vazio (antologia poética), Património Bukowski (contos e outras estórias), O Carteiro de Fernando Pessoa (romance), Humanidade (poesia).

Em 2016, organizou a colectânea Fronteiras Humanas: o drama dos refugiados.

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FERNANDO PESSANHA

Fernando Pessanha é licenciado em Património Cultural e mestre em História do Algarve, pela Universidade do Algarve. Doutorando em Património Histórico, pela Universidade de Huelva. Na área da História é autor de A Cidade Islâmica de Faro, Os 500 anos da Fundação de Arenilha, Subsídios para a História do Baixo Guadiana e dos Algarves Daquém e Dalém-mar e de vários artigos científicos publicados em Portugal, Espanha e Marrocos. No campo da ficção é autor de Encontros Improváveis, Hotel Anaidaug, O Pianista e a Cantora, A Devota e a Devassa e A Musa/La Musa. Tem participado em antologias com contos e poesia. Pianista, é também compositor com obra registada na Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2016, integrou a colectânea Fronteiras Humanas: o drama dos refugiados, org. Fernando Esteves Pinto. 

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.


FILOMENA MARONA BEJA

Em 2016, integrou a colectânea Uma Terra Prometida: Contos sobre Refugiados, org. José Fanha. 

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.

 

JOSÉ FANHA

José Fanha descreve-se como "divulgador de poesia, traficante de palavras claras, contrabandista de sonhos, habitante da solidariedade e da utopia, cidadão de corpo inteiro desde sempre e enquanto durar". Arquitecto, professor e formador de professores, particularmente conhecido pela participação no concurso da RTP "A Visita da Cornélia", em 1977 e no programa da Rádio Comercial "Pão com Manteiga", é poeta e autor de histórias e poesia para a infância e juventude. Guionista de cinema e televisão. Dramaturgo e adaptador de textos de teatro. Autor de centenas de letras de canções ("O meu coração não tem cor", venceu o Festival RTP da Canção 1996). "Dezedor" de poesia desde 69, acompanhou Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira e outros. Organizou e publicou 13 antologias temáticas de poesia portuguesa, várias em conjunto com José Jorge Letria. Colaborou na escrita de quatro romances a 14 mãos. Percorre escolas e bibliotecas por todo o país promovendo o livro e a leitura.

Em 2016, organizou a colectânea Uma Terra Prometida: contos sobre refugiados, da qual também participa enquanto autor. 

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.

 

LUÍSA MARTINS

Luísa Fernanda Guerreiro Martins doutorou-se em História (estudos africanos e presença portuguesa em África). Actualmente exerce funções de Coordenação da Equipa de Projecto da Cidade Educadora e da Promoção da Cidadania na Câmara Municipal de Loulé. É investigadora no Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e investigadora colaboradora no Projecto Diaita – Património Alimentar da Lusofonia, da Universidade de Coimbra. No âmbito da pós-graduação em História Regional e Local; do mestrado em História da Expansão e dos Descobrimentos; do mestrado Alimentação – Fontes, Cultura e Sociedade; desenvolve investigação sobre património e história local portuguesa, centrando o foco sobre a região do Algarve e do concelho de Loulé. Participa em colóquios nacionais e internacionais nas áreas de formação académica e profissional, colabora com instituições universitárias e autárquicas. Apresenta artigos em revistas e sites científicos.

Apresentará o livro MANUEL VIEGAS GUERREIRO: MOÇAMBIQUE, 1957.

 

MIGUEL REAL

Miguel Real, investigador do CLEPUL - Centro de Literaturas e Culturas Europeias e Lusófonas da UL, publicou os ensaios Narração, Maravilhoso, Trágico e Sagrado em “Memorial do Convento” de José Saramago (1998), O Marquês de Pombal e a Cultura Portuguesa (2005), O Último Eça (2006), Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa (2007), Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa (2008), Padre António Vieira e a Cultura Portuguesa (2008), A Morte de Portugal (2007), Matias Aires. As Máscaras da Vaidade (2008), José Enes. Filosofia, Açores e Poesia (2009), Introdução à Cultura Portuguesa (2011), O Pensamento Português Contemporâneo. 1890 – 2010 (2011), Nova Teoria do Mal (2012), Romance Português Contemporâneo. 1950 – 2010 (2012), Nova Teoria da Felicidade (2013), Comentário a "Mensagem" de F. Pessoa (2013), Nova Teoria do Sebastianismo (2014), O Futuro da Religião (2014), Manifesto em Defesa de uma Morte Livre (2015), Portugal – Um País Parado no Meio do Caminho. 2000 – 2015 (2015), O Teatro na Cultura Portuguesa do Século XX (2016), Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa (2017) e Nova Teoria do Pecado (2017). Em 2016, integrou as colectâneas Uma Terra Prometida: contos sobre refugiados, org. José Fanha e Fronteiras Humanas: o drama dos refugiados, org. Fernando Esteves Pinto. 

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.

 

REINALDO BARROS 

Reinaldo Barros estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Mestre em Gestão do Património Cultural pela Universidade do Algarve. Professor de Artes Visuais no Ensino Secundário, participou em diversas exposições individuais e coletivas. Colaborou como cartoonista em diversos jornais. Ilustrou livros de poesia e conto. Tem colaboração escrita dispersa. Em 2016, integrou a colectânea Fronteiras Humanas: o drama dos refugiados, org. Fernando Esteves Pinto. 

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.

 

SÉRGIO LUÍS DE CARVALHO

Docente de História e de História da Arte, Sérgio Luís de Carvaljo é Director Científico do Museu do Pão e do Museu da Cerveja. Os seus romances enquadram-se sobretudo no campo do chamado romance histórico. Os primeiros títulos surgem em 1986 nas vertentes de literatura infanto-juvenil e de investigação histórica.  O primeiro romance Anno Domini 1348 ganhou o Prémio Literário Ferreira de Castro, em 1989. Obra finalista, em França, em dois consagrados prémios literários: o Prémio Literário Jean Monnet de Literatura Europeia (2004) e o Prémio Amphi de Literatura Europeia (2005). Tem obra traduzida e publicada em França, Espanha (galego e castelhano) e em Itália; contos publicados em várias colectâneas. Está ainda representado em várias antologias literárias. Até ao presente tem publicado vários títulos nas vertentes de romance, investigação histórica e literatura infanto-juvenil.
Em 2016, integrou a colectânea Uma Terra Prometida: Contos sobre Refugiadosorg. José Fanha.

Participará no Painel O LUGAR COMUM DA LITERATURA.

 

TERESA RITA LOPES

Teresa Rita Lopes é investigadora (sobretudo da obra pessoana, de que iniciou recentemente uma colecção de sete volumes, na editora brasileira Global, da sua poesia e ficção, com a obra Livros do Desassosego (2015) e, no prelo, Vida e obras de Alberto Caeiro; ensaísta (com vasta obra sobre Pessoa), e escritora. Dirige - desde que, em 1976, regressou a Lisboa do seu exílo, em Paris, como professora para a Universidade Nova de Lisboa – uma equipa de estudiosos sobre Pessoa e os modernistas, IEMO, e, agora, uma revista on-line, Modernista.  É também autora de poesia (oito livros), estando Cicatriz traduzido para espanhol e francês; há antologias dos seus poemas em italiano, francês, espanhol e catalão. Tem publicado também contos e teatro: Teatro Reunido, dois volumes, tendo sido várias dessas peças representadas em Portugal e no estrangeiro. A SPA publicou-lhe uma montagem de textos pessoanos, Véspera de Partida; uma outra montagem pessoana, “Les voyages de l’insomnique”, foi representada, com amplo aplauso da crítica, num teatro de Paris, (Théâtre des Débardeurs) durante os meses de Março e Abril 2016. Vários prémios em todos esses géneros, e “Prémio de consagração” da Sociedade Portuguesa de Autores, em 2011. Sócia efectiva da Academia das Ciências de Lisboa. É a escritora HOMENAGEADA do FLIQ/17.